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Moda de Autor by Rute Doellinger Fashion Designer

O relacionamento com o cliente e a atenção ao detalhe no que melhor se faz no vestuário feminino em Portugal fez despertar um sonho: Desenvolver um conceito de moda com exclusividade ajustado ao perfil de cada Mulher.

Fast Fashion versus Slow Fashion

23.07.18 | Rute Fashion Designer

Conhece a designação de “fast fashion”?… E de “slow fashion”?

Compras

As designações de “fast fashion” e “slow fashion” poderá ser comparada com a “fast food”, comida rápida e “slow food”, gourmet.

Fast Fashion

Nos ultimos anos o consumidor tem reagido muito mais por impulso do que por consciência.

Com o aumento da oferta no mercado de “fast fashion” os consumidores, principalmente as mulheres, têm feito muitas compras por impulso de artigos baratos e com uma qualidade de vida reduzida. Chegam mesmo a ser peças que nem se adequam ao seu style, ou closet, mas como são tendências de moda e a um preço reduzido acabam por ir parar ao fundo da gaveta.

Já se questionou o porquê dessas peças serem tão baratas?

Qual a origem do tecido?

O que foi necessário gastar para chegar a esse tecido final?

Em que condições será confecionada essa peça?

Muitas das grandes marcas de “fast fashion” produzem as suas peças em fábricas de países pobres, em que os funcionários (se é que assim se podem chamar), trabalham sem condições nem remuneração suficientes para viver ou, muitas vezes, nem para sobreviver.

Muitos dos artigos destas empresas são cópias das tendências de Designers da estação, que são produzidos num stock elevado de peças e distribuído pelas suas lojas em todo o mundo, como muitas vezes esse stock não esgota é armazenado para no ano seguinte voltar às lojas, e se não esgotar seguem para a destruição, que gera mais poluição ambiental.

Para as peças terem um preço tão reduzido os tecidos são maioritariamente compostos por poliester e outros componentes plásticos que, para serem produzidos, gastam imensa água e poluem o ambiente.

Sabia que cada vez que lava peças de roupa sintética, elas largam microparticulas de plástico que posteriormente seguem na água da nossa máquina de lavar para o oceano?

Por tudo isto, devemos cada vez mais adaptar a nossa mente à sustentabilidade ambiental e tentar dar o nosso contributo para ajudar o planeta, ao sermos consumidores conscientes.

Slow Fashion

Movimento “slow fashion” reflete um consumo consciente e sustentável e a preferência por qualidade em vez de quantidade.

Muitas vezes temos no armario peças de roupa que já não nos servem ou simplesmente já não nos gostamos de ver com elas, podemos trocar com uma amiga por outra peça que ela não vista e até participar num evento de troca de peças em 2ª mão.

Também temos a opção de transformar a peça para se adequar ao nosso novo estilo.

Todas estas ações são pensamentos de “slow fashion”.

No mercado “slow fashion” encontra peças com tecidos mais orgânicos e naturais, mais amigos do ambiente, uma confeção com qualidade em todos os seus pormenores e coleções com menos quantidade de repetição de artigos. Ou seja, menos desperdício.

Até na colocação das etiquetas da marca ou da composição do tecido… quantas são as vezes em que já tentou tirar a etiqueta daquela peça porque “arranhava a pele”, e a colocação da mesma era de tão má qualidade que fez um “buraquinho” no tecido?

Uma marca de “slow fashion” preocupa-se até com o tecido das etiquetas, de forma a que o consumidor não precise de as retirar por “arranhar a pele”.

Consumo consciente

Ser um consumidor consciente passa por comprar menos quantidade de roupa e adquirir peças de qualidade e intemporais, confecionadas não por máquinas-humanas mas por costureiras que gostam do que estão a fazer e que o fazem com perfeição. É analisar a etiqueta da composição de um tecido para verificar o desgaste ambiental, tanto na sua produção como na lavagem e conservação da peça. É ir a um evento, ir trabalhar ou simplesmente andar na rua sem correr o risco de encontrar várias pessoas com a mesma peça, comprada na mesma loja de “fast fashion” e confecionada pela mesma mão de obra barata, muitas vezes infantil.

Pois uma loja “fast fashion” tem roupa para todos e roupa para ninguém.

Vamos em conjunto ajudar os nossos Designers , a nossa produção de tecidos ecológicos e a nossa mão de obra nacional, tornando-nos em consumidores conscientes.

Nunca se esqueçam que Made in Portugal é Made with Love.

Rute Doellinger – Designer de Moda de Autor

A sua roupa por medida

06.07.18 | Rute Fashion Designer
A nossa simpática cliente de nome fictício Joana, procurava uma forma de poder vestir conforme idealiza sem estar dependente das escolhas das grandes superfícies, marcas ou lojas que de uma forma geral têm roupa para todos e roupas para nenhuns.
Como nem todas as pessoas são iguais e como também nem todos têm medidas de manequins (não interessa de número grande ou pequeno), a opinião da Joana é que as roupas devem ser adequadas ao gosto pessoal.Assim sendo a Joana fez um pedido de contato de um designer de moda de maneira a dar forma ao que pensou ser o seu ideal concretamente de saia, camisa e casaco.
 
O primeiro contacto foi feito e a Joana explicou exatamente o que queria relativamente às cores, aos tamanhos das mangas, forma da saia bem como a sua preferência em termos de tamanhos ajustados exatamente ao seu conforto.
Enjoy the little Things
O primeiro passo e trabalho da designer de moda começou aqui. Foram feitos esboços em papel das formas e tipos de roupa que a Joana pediu. Estes mesmos desenhos foram discutidos de forma aberta (dando largas à imaginação da Joana) e recomendando as melhores soluções para os tecidos, estampagens ou desenhos.
 
A Joana encontrou o que procurava, ajustou os preços (a Joana não é nem ambiciona ser rica) da elaboração dos modelos escolhidos, foi acordado o tempo suficiente para a execução dos moldes e costura bem como a produção final dos modelos escolhidos e desenhados, especificamente feitos para a Joana.

A Joana fez uma prova final de tamanho e ajuste de medidas, complementou com acessórios e já tem o seu novo look de verão conforme ela quer, pensou e idealizou.
 
Nota importante: A Joana não gastou mais do que gastaria numa loja de roupa com qualidade sendo que não teve de ajustar o seu gosto ao dos outros. Foi ao contrário!
 
 
Obrigado Joana e bom Verão!!

Patrocinadora do Mulheres à Obra

05.07.18 | Rute Fashion Designer

Rute Doellinger – Moda de Autor, é agora uma PATROCINADORA MAO (Mãos à Obra)

mulheres a obra
Uma nova geração de Mulheres Empreendedoras

Uma Nova Geração de Mulheres Empreendedoras .

O Portal Mulheres à Obra surgiu na sequência lógica do grupo do Facebook «Mulheres à Obra». A partir das necessidades que foram sendo diagnosticadas no decurso do debate gerado diariamente pelo grupo, impôs-se a necessidade de criar uma plataforma com os recursos essenciais para a mulher empreendedora, apresentados de forma sistematizada, permitindo, assim, o fácil acesso por parte de quem deles tem necessidade.

Quem é o Mulheres à Obra:

“Em março de 2017, criámos um grupo no Facebook “Mães à Obra” para mulheres que tinham interesse e vontade de procurar um caminho profissional diferente e mais dentro das suas necessidades de conciliação da vida família-trabalho, dos seus gostos e habilidades pessoais.

Muitas mães cheias de ideias e projetos para pôr em prática juntaram-se a este grupo. Achámos que seria mais enriquecedor para todas poder receber no grupo mulheres que, não sendo mães, partilhassem desse interesse e vontade. Mudámos o nome para “Mulheres à Obra”.

Temos vindo a crescer, diariamente dezenas de novas “membras” juntam-se ao grupo com novas ideias, novos negócios, novas perspetivas.”

Fonte: site Mulheres à Obra

Para dar resposta às necessidades de tantas mulheres e à falta de informação e formação para que possam criar, fazer crescer e expandir os seus projetos, foi criado o Portal Mulheres à Obra, que terá todos os recursos para a mulher empreendedora.